Aprendi que podemos sentir quase tudo, mas não podemos demonstrar quase nada.
Aprendi que quando sofremos é sempre por amor, pelo excesso ou pela falta dele.
Aprendi que a saudade é quase sempre de algo que perdemos porque não soubemos cultivar e guardar;
Que o silêncio quase sempre indica sabedoria e que as muitas palavras sinalizam imprudência.
Aprendi que quem bate à porta nem sempre vem pedir
e que quem vai embora nem sempre quer dizer adeus. Aprendi ainda que o que ouvimos nem sempre é o que o outro queria falar.
E no fim de tantos aprendizados e tantas descobertas, aprendi que o que nos faz felizes é contrariar todos os ensinamentos e viver cada momento como ele a nós se apresenta;
E fazer desse "play" chamado vida, um espetáculo onde possamos nós mesmos ser expectadores de um final que, pelo muito que aprendi, nem sempre é feliz.
Um abraço cheio de aprendizado a todos!