sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

E se eu morresse amanhã?

Quantos anos você tem? Desses tantos anos que você tem estado vivo, quantos de fato você viveu?

Certamente você já se deu conta de que os anos que definem  a sua idade são diferentes dos anos que você viveu. Se descontarmos as horas que passamos dormindo, tantas outras gastas a falar da vida alheia - o que traz algum prazer, admito - e ainda todo o tempo consumido com ideias torpes e inúteis teremos subtraídos alguns anos em nossa contagem.

A cada novo dia somos agraciados com 24 horas. É normal não repararmos nisso, afinal um presente que se ganha todos os dias já não surpreende e não excita mais. Contudo, alerte agora para este fato: à meia noite você será agraciado com mais 24 horas de vida. Já pensou o que vai fazer com elas? Já pensou em qual seria a melhor forma de utilizá-las? Se isto te surpreende ou assusta aqui vai uma dica: suponha que sejam estas suas últimas 24 horas.

O que você tem feito para deixar como herança aos seus? Não me refiro ao dinheiro, ao patrimônio material, mas ao exemplo e história de vida que poderão ser lembrados gerações à frente. É preciso acordar a cada novo dia pensando com a cabeça de alguém que está no corredor da morte e, se pararmos pra pensar, é bem onde estamos. Acordar como se este fosse seu último dia de vida, estar com aqueles que você ama, dizer coisas que sejam aproveitáveis, dar a sua parcela de contribuição com a construção de um mundo melhor para todos e  fazer todos melhores para o mundo.

Como papai sempre diz: "a única certeza que temos é a de que vamos morrer, afinal para morrer, basta estar vivo". Estou inclinada a dizer que você já gastou 90 segundos de suas 24 horas lendo este texto, tempo muito bem gasto, diga-se de passagem, mas agora corra a aproveitar o restante, seu saldo de créditos está está se esgotando e talvez você não possa fazer uma nova recarga.

Que sejam abençoadas suas próximas 24 horas!

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