sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Eu não vivo sem você...

Bom, você deve estar se referindo ao oxigênio, certo? Talvez a seus pais, seus irmãos ou o próprio Deus.

Por que nós insistimos na ideia de amar mais a uma pessoa qualquer do que a nós mesmos? Quem seria a tal pessoa merecedora de todas as nossas lágrimas, noites mal dormidas, angústias e outros sentimentos de tristeza e aflição? Muitas vezes, penso que na maioria delas, essas pessoas estão ligadas, amando uma terceira que muito provavelmente ama uma quarta. Observe que há uma bola de neve se formando e você está preso a ela, envolvido e não consegue se libertar. 

O amor é de fato um sentimento nobre, portanto, comece amando a si mesmo, é bíblico (Mc 12,31); o versículo sugere que você ame o próximo como você se ama, assim entende-se que devemos nos amar acima de qualquer outra pessoa, o amor próprio é o primeiro e o mais importante. Muitos amam e são correspondidos nesse sentimento, mas quando isso não acontece não há razão alguma para desistir da vida, dos planos, de tudo enfim. Há outros próximos e próximas a quem poderemos amar, cada coisa em seu lugar, é claro.

Não se apegue a essa história de primeiro e único amor, principalmente na adolescência onde tudo é vivido com mais intensidade e tudo parece eterno. Ama-se o namorado de 14 anos como se fosse e tivesse de amá-lo por toda a vida. Depois de tantas idas e vindas, tantos amores e desamores aprendi que o amor não é apenas cego, mas também surdo, mudo e desprovido de inteligência. Sigamos amando mais e melhor até que o Senhor nos envie aquele a quem amaremos e que nos amará por toda a vida.

Abraço amoroso a todos!

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